terça-feira, 17 de abril de 2012

Ivete é assaltada e estuprada numa suite presidencial de hotel cinco estrelas em São Paulo

Hoje pela manhã aconteceu uma coisa inédita na cidade de São Paulo, eram aproximadamente 10:00 horas, quando camareira de um luxuoso hotel cinco estrelas, tocou a campainha de uma  suíte presidencial. A hóspede olhou pelo monitor de entrada e se certificou que era  a camareira e normalmente abriu a porta. Para sua surpresa e do seu marido entraram junto com a camareira mais seis homens fortemente armados de pistolas e submetralhadoras e, anunciaram o assalto.  Amarraram e amordaçaram o marido dela no banheiro - mandaram que a camareira e ela tirassem as roupas e ficassem nuas! Ela tentou reagir, se negando a tirar a roupa, mas um dos assaltante colocou o cano da pistola na sua testa, ameaçando-a que se ele pedisse mais uma vez para ela tirar a roupa:  ele iria atirar nela antes de mandar novamente: e ela, a publicitária uruguaia Ivete Munhoz, tirou a roupa e foi brutalmente estuprada pelos seis bandidos. Que também estupraram a camareira.

Os bandidos, além de estuprarem as duas,  roubaram joias, objetos de valor e mais a quantia de 4 mil dólares pertencente ao casal.  Os três foram deixados amarrados dentro do banheiro da suíte. Os três só foram descobertos devido a gerente de serviços gerais ter recebido queixas de hóspedes sobre serviços de limpeza que não haviam sido executados e, que estavam sobre a responsabilidade dessa camareira. Interfonaram para a suite presidencial, como ninguém atendia o gerente do hotel resolveu entrar na suíte e para sua surpresa, após abrir a porta, se deparou  com carrinho de limpeza da camareira e gemidos vindo do banheiro. Os três foram encontrados e soltos. Nervosos, contaram ao gerente o que havia ocorrido. O casal uruguaio, Ivete e Juan Munhoz, estavam participando de um evento comercial na cidade de São Paulo, prestaram queixas as autoridades e retornam ainda hoje, a noite, para  Montevidéu. O hotel arcou com todo prejuízo material sofrido pelo casal de empresários uruguaios. Mas a violência sofrida ficará marcada para sempre e isso ninguém paga ou apaga!


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